Eleições Autárquicas 2009 Leiria

Isabel Damasceno volta para Mirandela!

Pô-la lá

Can you read the diference between “Já! Agora!” and “Já agora!...”? Hmm, Because I don't.

Adoro quando me fazem escutar música alegre, principalmente quando é dos Balcãs e envolve instrumentos de sopro até à exaustão. Fazem-me recordar a tua pessoa, back in the days, antes dos ataques de pânico mistério e da passagem para o outro nível da percepção.

Tudo é uma questão de estilo, sim, mas quer-me parecer que tanto dá ser profundo com palavras caras ou baratas. É a profundidade a que se chega que vale, que faz sentir, e não o tipo de broca usada durante o processo criativo. Ninguém o assume em alta voz, mas todos sabem que traduzes poemas de Bob Dylan (antes da primeira metamorfose), para que se pense que és artista.
Nahh

Qual é coisa qual é ela que quanto mais cresce menos se vê?

Cresce, em aceitação, a teoria de que o mundo cada vez está mais caótico, mas é dos livros que qualquer sistema tende para o equilíbrio, para a serenidade.

Há fragmentos da experiência que se decalcam para sempre nas nossas memórias. Um desses meus fragmentos é o de um sino-americano a transmitir a certeza que tinha em que um dia a terra recuperaria do mal que lhe tem sido feito, mas que nessa altura já o homem houvera partido. Por vezes estamos demasiado próximos das coisas para as poder ver, e esquecemo-nos da nossa pequenez enquanto animais.

Talvez toda esta confusão seja apenas a Natureza a tentar livrar-se dum mal.

muro das lamentações

hoje atirei o meu telemovel com os contactos de 11 anos para o caixote do lixo, sem querer...

Banana frita com mel e canela

Ingredientes:
- banana
- manteiga
- mel
- canela

Modo de preparação:
Fritar as bananas na manteiga, escorrer bem. Juntar mel, canela e umas gotas de sumo de limão. Deixar arrefecer. Servir como sobremesa.

Tempo de preparação:
15 minutos.

Believe?

É difícil aceitar que numa terra que chegou a ser praticamente tão impecável como a Legoland, as coisas tenham dado para o torto daquela maneira. O grande império Americano dos políticos da Democracia 2.0, seus ajudantes banqueiros e senhores da guerra vai caindo, e com ele o resto do mundo (minimamente desenvolvido). Fizeram-se mal as contas, pois.

Há quem acredite que dentro de pouco tempo as coisas possam vir a mudar. Há até quem acredite que o rosto do Presidente Obama possa mesmo vir a personificar essa mudança, mas sinceramente eu não acredito! Ora, ao adoptar um Cão de Água Português, duma espécie finamente apurada para resistir a climas de crise constante, não estará o homem mais poderoso do mundo a enviar um sinal claro ao mundo?

Fica a questão...

Baseado em fatos de fazenda reais

(Ring ring)
Empregado: - Funerária Seco, bom dia, fala o Inácio, em que posso ser útil?
Patrão: - Ã? O que é que você disse?
E: - Funerária Seco, bom dia. (oops)
P: - Ahahahahahahaha...

Empregado de estabelecimento de lazer e recreio atendendo um telefonema do patrão, ludibriado por este ter sido feito a partir do telefone dum colega.

Velho do Saco

"Algo afectou a minha percepção espaciotemporal enquanto limpava o umbigo, quando dei por mim já eram 22:30, e estava atrasado para o encontro comigo próprio. Já devia estar na esquina entre a Broadway e a Rua do Ténis, quando me lembrei que em Fornos de Algodres* não havia Broadway e que, por precaução, ainda me faltava pôr as barbas de molho uns 10 minutinhos, antes de partir para me encontrar com tal pirómano."

Acordei a tempo de não panicar mais, mas a primeira coisa que me ocorreu, antes mesmo de abrir os olhos, foi a história do Anão de Arcozelo*, antigo personagem do “imaginário” dum emocionado escritor serrano, cujo nome há muito se me esvaiu, contada num programa fora de horas do Canal 2. Segui para o duche deveras indignado. Ora, se um tipo careca e com sotaque beirão, aparece na televisão a falar sobre um anão de Arcozelo, porque é que eu não hei-de aparecer na internet a escrever sobre o Velho do Saco, e zás, ei-lo!

Pois bem, o meu mito do Velho do Saco remonta aos penosos Verões alentejanos de inícios da década de oitenta, e terá afectado profundamente o meu sistema nervoso até aos meus 6-7 anos. Depois de almoço, para um gaiato à mercê das vontades das suas queridas mas chatas avós, a sesta era obrigatória. Era simples, ou eu ia dormir, ou o VS vinha, descobria que eu estava acordado, punha-me no saco e levava-me com ele. Os momentos de maior terror aconteciam quando por acaso eu já estava deitado, mas ainda acordado, e alguém batia à porta. Então eu fechava os olhos e mantinha-me o mais imóvel possível, na esperança de não ser raptado. No meu “imaginário” o VS era um velho corcunda vestido de negro, que de cabeça coberta com capuz e um saco de serapilheira às costas, vagueava pelas ruas desertas da aldeia às horas de maior calor, em busca de meninos mal comportados. Nunca nenhum ser me causou tantos apertos de estômago como o Velho do Saco. A sua ruindade era tão bera que até fazia o Bicho Papão dormir a sesta.

Para a Wikipedia, em particular para o ignorante que escreveu o artigo, Bicho Papão e Homem do Saco, são uma e a mesma coisa, o que é falso. Primeiro, a expressão não é Homem, é Velho. Segundo se é Bicho, não é Homem, apesar de haver homens que parecem bichos e de existirem chimpanzés fumadores...

*Fornos de Algodres – Arcozelo 26 Km

A montanha pariu um rato

Segundo fontes britânicas o seguinte video foi uma mensagem secreta das forças ocultas, para que se iniciem manifestações dos sindicatos dos agricultores contra a má gestão dos fundos comunitários na agricultura, por parte do governo.

Golpe de estado à antiga/moderna

Hoje ouvi a minha avó de 78 anos, cujas habilitações literárias chegam à 4ª classe, falar na necessidade dum novo golpe de estado. Pasmei, porque nunca a vi meter-se em politiquices. Ouviu falar muitas vezes no 25 de Abril, mas nunca o chegou a entender completamente, e agora vem esta coisa da crise para a confundir ainda mais. Ora, se na altura em que os comunistas fizeram uma revolução as coisas não estavam assim tão mal, e nem sequer se podiam ter ideias novas, porque é que agora que somos livres de dizer e pensar seja o que for, e as coisas vão de mal a pior, não havemos de mudar de sistema? Realmente...

It's just history repeating...